VISITAS

CURTIR GRACEJANDO NO FACEBOOK!

ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO GRACEJANDO!

segunda-feira, 17 de julho de 2017

11 MENTIRAS QUE VOCÊ APRENDEU SOBRE O SEU CORPO

Conforme crescemos, uma série de recomendações nos são passadas, não andar descalço, não dormir com os cabelos molhados, não entrar na piscina depois da refeição etc etc. Mas até que ponto esse tipo de informação realmente é verídico? 

Que tipos de malefícios essas ações podem nos causar? 

Infelizmente muitas coisas que nós acreditamos desde pequenos não passam de grandes mentiras, e o mundo precisa saber disso. Sabe aquelas lendas de que comer manga com leite mata? Pois é, existem milhares de mitos assim sobre o nosso corpo.

Pensando em deixar os nossos leitores cada vez mais inteligentes e informados, resolvi trazer algumas coisas que não passam de mitos, mas que as vezes você, sua mãe ou sua avó acreditam até hoje. 

Então, confiram agora a matéria com as 11 mentiras que você aprendeu sobre seu corpo:

1 – Uso do nosso cérebro
Mito: Nós usamos apenas 10% do nosso cérebro.

Fato: A maior parte do córtex cerebral funciona em plena capacidade, mesmo quando estamos dormindo.

2 – Crescimento do nosso cérebro
Mito: As células do cérebro param de crescer quando atingimos a idade adulta.

Fato: Os neurônios florescem e mudam durante toda a sua vida.

3 – Ler no escuro
Mito: Sua visão se deteriora se você ler ou ficar olhando para um monitor no escuro .

Fato: Desta maneira, seus olhos se cansam rapidamente, mas não são danificados.

4 – Pontas duplas
Mito: As pontas duplas do cabelo podem ser exterminadas com uso do shampoo ou condicionador de cabelo.

Fato: Você só pode se livrar das pontas duplas cortando-as.

5 – Sentidos do humanos
Mito: Os seres humanos só têm 5 sentidos: visão, audição, olfato, tato e paladar.

Fato: Temos pelo menos 21 sentidos. Alguns exemplos são a sensação de equilíbrio e temperatura.

6 – Pegar resfriados
Mito: É mais fácil pegar um resfriado quando está realmente frio.

Verdade: Os resfriados são causados por vírus, não pela temperatura do ar.

7 – Batimentos cardíacos
Mito: Nosso coração salta uma batida quando espirramos.

Fato: O ritmo do coração às vezes muda quando espirramos, mas nunca para.

8 – Efeito do álcool
Mito: As bebidas alcoólicas fazem nossa temperatura corporal aumentar.

Fato: O álcool dilata seus vasos sanguíneos superficiais, fazendo você se sentir mais quente.

9 – Queimaduras
Mito: Queimaduras curam mais rápido se você aplicar pomadas.

Fato: Você deve aplicar algo apenas água fria. A pomada faz uma “capa” na sua pele que retém o calor dentro.

10 – Benefícios da cenoura
Mito: As cenouras melhoram a nossa visão.

Fato: As cenouras ajudam a prevenir a degeneração muscular, mas não melhoram a nossa visão.

11 – Cor dos dentes
Mito: Os dentes saudáveis devem ser perfeitamente brancos.

Fato: A cor natural de um dente é levemente amarelada.

AUTOR: Brightside

IMAGENS: Os Profanos, Super Inteligente, Jornal Gospel News, Cometics Wistt, smartkidstv, Que Conceito, Fotos Tatuagens, Produtos Finos, Remédio-caseiro, DNA Natural, Orofacial

domingo, 16 de julho de 2017

7 MEIOS EFICIENTES PARA ACABAR COM A RAIVA

Tem sempre uma frase pronta que a gente ouve com certa frequência, não dá muita importância, mas que, no fundo, tem lá a sua verdade. Sempre fui esquentadinha e, quando alguma coisa não saía da maneira como eu queria, eu esperneava e me jogava na cama da minha mãe, como se aquilo fosse resolver alguma coisa. E aí alguém me disse uma vez que a raiva é um veneno que a gente mesmo toma esperando que faça mal para outra pessoa.

Não foi uma frase daquelas que parecem abrir um portal para o céu em conexão direta com criaturas celestiais, mas me fez pensar muito sobre raiva, ódio e tantos sentimentos ruins que, de vez em quando, tomam conta de nossas entranhas e nos fazem mal. Ainda hoje, quando sinto raiva, sinto também uma espécie impotência, afinal geralmente me enraivece aquilo que não posso resolver. 

O Huffington Post publicou uma série de atitudes que podem nos ajudar a acabar com a raiva rapidinho – vou tentar todas elas. Tente você também:

1 – Praticar atividades físicas

Não me interpretem errado, mas, às vezes, depois de uma crise de raiva e ódio e depois de socar pobres travesseiros inocentes e nocautear cobertores dobrados, sentimos alívio. Isso acontece porque, assim como qualquer outro sentimento, a raiva e o ódio se manifestam através do nosso corpo por meio de energia, de descargas elétricas.

Quando estamos furiosos, nossos músculos ficam mais tensos e nossa mente só pensa em brigar, em gritar, em nocautear a primeira pessoa que passar pela frente e por aí vai. Evitar discutir e tomar decisões importantes durante momentos de raiva é crucial, e uma das formas de voltar ao seu estado normal é se mexer um pouco.

Se a questão é algum problema com a academia em si – completamente compreensível, não se culpe –, busque outras maneiras de se movimentar: caminhe, compre uma bike, limpe sua casa, faça aulas de dança. Exercitar-se é importante porque, dessa forma, seu corpo libera hormônios capazes de deixar você feliz da vida, o que acaba com aquela raiva toda rapidinho.
Movimente-se!

2 – Transforme raiva em motivação

Até o padre Fábio de Melo, que entende profundamente das questões humanas além ainda da religiosidade, sente raiva de vez em quando, então você, mero mortal, tem todo o direito de sentir também. A questão não é sentir, mas sim o que você faz com essa raiva toda. Eu, quando era criança, me jogava na cama e ficava esfregando a cabeça contra o colchão, como se isso fosse capaz de, de repente, trazer a Xuxa para minha casa em sua saudosa nave. Na verdade, depois de tanto chororô, eu cansava, levantava e ia fazer alguma coisa.

Em perspectivas mais adultas e realistas, devemos pensar no ódio como um potencial fator de mudança. O ódio não nos deixa acomodados, e detestar do fundo da sua alma alguma coisa em sua vida faz com que você acabe resolvendo o problema, mais cedo ou mais tarde. Se você odeia o curso que faz na faculdade ou o seu emprego, por exemplo, use esse ódio para pensar em como mudar a situação. Ódio incomoda, e às vezes é de incômodo que a gente precisa para sair da mesmice.
Você consegue!

3 – Assista a alguma coisa divertida

Hoje estou realmente usando minha vida como experiência, e essa é uma das coisas que mais amo no meu trabalho, inclusive. No meu caso, rir é fundamental, e eu tenho a sorte de ter alguns amigos que me fazem rir e com quem posso conversar sobre qualquer besteira. Às vezes é disso que a gente precisa mesmo: falar mais bobagens, fazer uma maratona de Friends, ler uma série de crônicas do Mario Prata. Vale tudo.

Rir relaxa o corpo e, ainda por cima, é algo que melhora nosso sistema imunológico e libera endorfina, que é uma substância maravilhosa que nos dá a sensação de bem-estar. Se a sua praia é mais musical, aposte em estilos mais animadinhos. Pode ser Diogo Nogueira, Anitta, Avicii, Xuxa (sim, segunda citação da Rainha dos Baixinhos no mesmo texto, mas Xuxa é muito bom), Naldo... Pode ser o que você quiser.
É aquela coisa: rir é o melhor remédio.

4 – Redirecione seu foco

Você faz um trabalho, qualquer que seja ele, e dez pessoas vão elogiar o resultado, vão dizer que foi bem executado, que você merece um Oscar, um Grammy e um Nobel, mas, de repente, uma pessoa surge e fala que achou seu trabalho ruim.

À noite, quando sua cabeça deita no travesseiro, você vai pensar no quê: nos elogios de várias pessoas ou na crítica de apenas uma delas? Na crítica, se você for como a maioria dos humanos. Aí o jeito é fazer um exercício mental inicialmente complicado, mas promissor em longo prazo: mudar o foco e, basicamente, parar de ver aquilo que está irritando você. Em vez disso, enxergue as coisas boas na sua vida – pelo menos uma tem que ter.

Faça uma lista das coisas de mais legais que já aconteceram com você e escreva todas as suas conquistas, as grandes, as médias e as pequenas, por exemplo quando você quebrou um ovo sem furar a gema e enchê-la de micropedacinhos de casca. Focar em conquistas e em eventos positivos vai fazer com que sua raiva vá embora fácil, fácil.
Veja as coisas de outra maneira.

5 – Medite

Eu tenho raiva quando me mandam meditar, e o pior de tudo é que não apenas as pessoas me falam para meditar como eu sou uma pessoa que escreve a respeito dos benefícios da meditação com frequência. Acontece que, de tanto ler, escrever e ouvir sobre o assunto, acabei dando uma chance à dita cuja, e olha... funciona.

A base prática da meditação é basicamente fechar os olhos, sentar-se confortavelmente em um ambiente tranquilo e prestar atenção apenas no ar que entra e sai dos pulmões. Dessa forma, os pensamentos se acalmam e, claro, a raiva e a vontade de explodir o mundo vão deixando o corpo ao qual não pertencem. Meditar é quase como resetar a mente. Vale a pena de vez em quando.
É possível!

6 – Faça alguma coisa produtiva

Aqui o negócio funciona de maneira parecida com os exercícios. É uma questão de canalizar energias em algo positivo. Pode ser arrumar seu armário de livros, fazer algum trabalho de jardinagem, limpar a caixa de maquiagens, arrumar os armários da cozinha...

Lembre-se sempre de que raiva é um tipo de energia, então é só você aplicar essa energia em algo que traga algo positivo, e não em uma discussão ou em uma briga mais séria.
Quem nunca?

7 – Coloque no papel

Essa eu sei que funciona – cof, cof. A verdade é que escrever é um exercício realmente terapêutico que nos ajuda a colocar para fora sentimentos e pensamentos que, às vezes, nem sabíamos que estavam dentro de nós.

Tenha um caderninho e escreva tudo o que vier à mente. Não precisa se preocupar, você não vai mostrar isso para ninguém, não vai publicar no Facebook nem no Twitter – a não ser que queira, mas estamos falando de coisas mais profundas mesmo, que não divulgamos assim tão facilmente.

Fazer isso vai ajudar você a limpar sua mente e acalmar os ânimos sem precisar descontar sua raivinha em alguém. Depois de escrever tudo no papelzinho, arranque a folha do caderninho e coloque fogo nela – com segurança, por favor – ou a rasgue em pedacinhos minúsculos. Essa é uma forma simbólica de picotear a raiva.
Escrever é terapêutico!

Você tem uma técnica infalível que acalma seus ânimos rapidamente? Compartilhe seus segredos com a gente ali no espaço dos comentários!

AUTOR (ES):
HUFFINGTON POST/ADAM GILAD
IMAGEN(S)
SHUTTERSTOCK
GIPHY

domingo, 9 de julho de 2017

5 PESSOAS QUE COLOCARAM A VIDA EM RISCO PARA VENCER APOSTAS ESTÚPIDAS

Quem nunca fez uma aposta absurda com algum amigo? Quando existe álcool envolvido, os desafios são ainda melhores, não é mesmo? Enquanto para alguns isso se transforma apenas em histórias para contar aos netos, para outras pessoas as apostas se tornam motivações para a vida.

Confira, neste artigo, 5 histórias inacreditáveis de pessoas que arriscaram a própria vida para cumprirem apostas extremamente bizarras.

1. O piloto bêbado

Em 30 de setembro de 1956, o piloto Thomas Fitzpatrick estava fazendo o que qualquer pessoa pode (e merece) fazer em uma madrugada de domingo: enchendo a cara. Ele estava com um superior, que disse ser impossível voar de Nova Jersey a Manhattan, onde eles estavam, em apenas 15 minutos.
Fitzpatrick estava bêbado e resolveu provar que era capaz de voar de Nova Jersey a Manhattan em 15 minutos

Fitzpatrick é quem tinha feito essa afirmação e, para não passar por mentiroso, resolveu provar que estava correto. Primeiro de tudo, dirigiu alcoolizado até o aeroporto da cidade vizinha a Nova York, para, na sequência, roubar um monomotor e voltar voando para o bar em que ele estava bebendo com seu chefe. Ele pousou na rua a tempo de tomar a saideira!

Mas a loucura não para por aí! A polícia multou o piloto em apenas US$ 100, e o dono do monomotor nem quis abrir um inquérito. Dois anos depois, Fitzpatrick estava se gabando no mesmo bar quando um cidadão novamente duvidou de sua palavra. O que qualquer pessoa em sã consciência faria? Bem, o piloto não estava em sã consciência, é claro, por isso repetiu sua façanha. Só que dessa vez ele foi condenado a seis meses de detenção.
O piloto bêbado ainda pousou o monomotor no meio da rua, passando entre os prédios durante a descida

2. No olho do furacão

Em 1943, o coronel Joe Duckworth sofria como instrutor de voo nos EUA. O coitado era constantemente menosprezado por pilotos britânicos – sendo que ele já havia sido piloto comercial anteriormente.

Cansado de zombarias, Duckworth resolveu provar que ele era “O” cara. E como ele fez isso? Simples: falou que passaria voando com um avião pelo meio do olho de um furacão. Afinal, por que não, não é mesmo? Na companhia de um tenente, Duckworth voou sem permissão no meio da tempestade e conseguiu cumprir sua aposta com maestria!

E tem mais! Depois que pousou, ele ainda pegou mais um passageiro e passou voando pelo meio do furacão pela segunda vez! Mesmo sofrendo com turbulência, ele conseguiu calar a boca de todo mundo que o provocava. Ele ganhou o respeito de todos com essa façanha.
Coronel Jor Duckworth provou que ele era o maioral

3. O mestre da zoeira do século 19

Theodore Hook era um fanfarrão que viveu em Londres no começo do século 19. Em 1810, ele apostou com um amigo que faria a casa de uma pobre senhorinha se tornar a mais popular da cidade. Como? Ele não contou, apenas fez!

Durante a semana seguinte, ele enviou milhares de cartas a diversos profissionais se passando pela dona da residência. Ele solicitava o serviço das pessoas em uma data e hora específica. No dia que a brincadeira seria colocada à prova, Hook ficou à espreita esperando a zoeira começar.
Theodore Hook: o rei da zoeira do século 19

A senhora Tottenham, que nunca tinha feito mal a ninguém, de repente se viu no meio de um inferno sem fim! Sua casa foi tomada por diversos profissionais: de limpadores de chaminé a joalheiros, de barbeiros a açougueiros, de entregadores de piano a alfaiates, enfim, uma infinidade de profissionais apareceu em resposta às cartas de Hook. Até mesmo uma funerária tentou negociar um caixão com a coitada da mulher.
Ilustração do pandemônio que ficou conhecido como o Hoax da Rua Berners

4. Perder para ganhar

Você já sonhou em atravessar um país inteiro dirigindo? Hoje em dia, isso não parece tanta loucura assim, mas no começo do século passado era algo praticamente inimaginável – mesmo em países mais desenvolvidos, como nos EUA. Por lá, naquela época, não existiam muitas estradas asfaltadas, e até mesmo os carros ainda nem eram tão populares.

Mas isso não foi empecilho para Horatio Nelson Jackson. Disposto a ganhar US$ 50 em uma aposta de bar, ele precisava atravessar todo o país em menos de 90 dias. Conseguiu, é claro, mas gastou mais de US$ 8 mil na empreitada. Ele levou pouco mais de dois meses e teve a ajuda de um copiloto. Além disso, ele adotou um cachorro no meio do caminho que seguiu junto na viagem.

Um dos maiores contratempos do bando era a falta de informações. Teve uma mulher, por exemplo, que indicou um caminho completamente errado só para que parentes dela pudessem ver um carro na vida! O desvio foi de mais de 150 km! É mole?
Falta de asfalto dificultava as viagens longas de carro no começo do século passado

5. A primeira mulher a dar a volta ao mundo em uma bicicleta

Em 1894, dois bêbados estavam conversando em um bar e duvidaram que qualquer mulher fosse capaz de dar a volta no planeta em uma bicicleta. Annie Kopchovsky “comprou” a aposta e pretendia mostrar que as mulheres podem, sim, se virar muito bem sozinhas!

Só que, é claro, a viagem foi organizada por homens e com termos pra lá de surreais: Annie não poderia aceitar nenhuma caridade, teria que coletar assinatura de cônsules norte-americanos em várias cidades ao redor do globo, precisaria começar a viagem sem grana alguma e, mesmo assim, terminar em menos de 15 meses e com US$ 5 mil dólares!
Annie Londonderry não sabia pedalar quando aceitou a aposta

Annie aceitou tudo isso e arrasou! Servindo como “garota propaganda”, ela transportava placas em sua bike da companhia de água Londonderry Lithia Spring. Tanto que ela mudou seu nome na viagem para Annie Londonderry. Ela partiu de Chicago até Nova York, pegou um navio até a França, pedalou até o sul do país, pegou outro navio até o Egito, pedalou até Jerusalém e toda a Arábia Saudita, pegou outro navio até o Sri Lanka e pedalou pela China, e pegou outro navio para voltar aos EUA.

Ela completou o percurso em exatamente 15 meses, sendo a primeira mulher na história a dar a volta ao mundo em uma bicicleta. Detalhe: quando aceitou a aposta, ela sequer sabia pedalar! Muitos a criticam pelo excesso de viagens marítimas, mas isso não tirou a glória de Annie, que, durante o trajeto, foi assaltada apenas uma vez, na França, e presa por alguns dias na China. Um tapa na cara do machismo, não acham?
Mapa com a rota percorrida por Annie

sexta-feira, 7 de julho de 2017

13 PROVAS DE QUE O MUNDO NÃO FOI FEITO PARA OS ALTOS

1. Engana-se quem pensa que ser alto é equivalente a estar mais perto do paraíso
2. Mesmo as coisas mais básicas podem exigir muito esforço
3. Você é obrigado a se abaixar frequentemente
4. Qualquer cômodo desconhecido pode oferecer riscos à sua integridade física
5. Adaptar-se aos ambientes se torna praticamente uma rotina
6. Viajar de avião acaba sendo uma experiência bastante desconfortável
7. E, se quiser relaxar durante um banho quente, será preciso ter um pouco de paciência
8. Se puder evitar pegar ônibus, você o faz
9. Em alguns casos, você é obrigado a preparar sua refeição às cegas
10. Dirigir o carro acaba virando sinônimo de sacrifício
11. E, infelizmente, você é impedido de circular por certos locais
12. É... Ser alto também tem suas desvantagens
13. Mas só quem é assim consegue a proeza de estar em dois lugares ao mesmo tempo
AUTOR (ES): BRIGHT SIDE, DISTRACTIFY

terça-feira, 4 de julho de 2017

SAIBA DE 10 COISAS INUSITADAS QUE FORAM ROUBADAS MUNDO AFORA

No geral, na hora de realizar um roubo, os meliantes — e não estamos falando aqui de quadrilhas super especializadas, certo? — dão preferência a itens que possam ser facilmente surrupiados e transportados. Além disso, outra coisa que os larápios provavelmente devem ter em mente é a possibilidade de vender ou se desfazer do objeto roubado, não é mesmo?

Entretanto, existem ladrões que, pelo jeito, não se planejam muito bem e acabam surrupiando coisas que, francamente... Veja uma lista de objetos pra lá estranhos que já foram roubados pelo mundo — reunidas a partir de um divertido artigo de E. Weaver, do site List25:

1 – Um chapéu feito com mais de mil ovos
Greg de Silva e seu discreto chapéu

O extravagante adereço era de propriedade de um cada chamado Greg de Silva e foi roubado enquanto ele estava de férias na Alemanha — sim... com um chapéu feito com uma montanha de ovos! — e precisou de cuidados médicos. Quando Greg voltou ao hospital para buscar seu discreto acessório, a peça havia desaparecido.

2 – Um King Kong enorme
Imenso e... meio feioso, né?

Viu o macacão inflável acima? No início do ano, ele foi roubado de uma concessionária de carros no Texas. O motivo? Ninguém sabe se o ladrão era muito fã do King Kong ou se ele pretendia vender o gorila — de mais de 3,5 metros de altura —, avaliado em US$ 10 mil (o equivalente a mais de R$ 30 mil).

3 – Tampas de bueiro
E sumiu...

Você tem noção de quanto pesa uma tampa de bueiro? As que normalmente são encontradas nas ruas dos EUA pesam mais de 130 quilos, apenas! Pois um cara de Los Angeles roubou 300 — sim, trezentas — delas em 1990 para vender o metal com o qual elas são produzidas.

4 – Uma ponte de pedra
Essa não foi a ponte roubada, mas... pense!

Em 2012, uma dupla de ladrões foi presa depois de roubar uma ponte em Shangai. Pois é, caro leitor, uma ponte de pedra com 17 metros de comprimento construída na época da Dinastia Qing (1644 a 1911). A peça foi surrupiada da noite para o dia de uma área nos subúrbios da cidade e vendida por 30 mil yuan (cerca de R$ 15,5 mil) a uma companhia de jardinagem.

5 – Dois iates de luxo
Um como esse sumiu, e o dono nem percebeu de imediato

Roubar um iate não é o mesmo que roubar um carro ali na esquina! Pois em julho do ano passado, não um, mas dois iates superluxuosos avaliados em mais de US$ 4 milhões foram surrupiados de uma marina em Dubai — e o mais curioso é que os donos só foram dar falta das embarcações uma semana depois. O pior é que nenhum dos barcos foi recuperado! A suspeita é que eles se encontrem nas Filipinas ou que estejam sendo usados no tráfico de drogas internacional.

6 – Uma árvore de 800 anos
Esse era o local onde a árvore se encontrava

Você consegue imaginar alguém roubando um cedro imenso de 800 anos de idade? Pois a coisa aconteceu mais ou menos assim: primeiro, os meliantes cortaram algumas partes da árvore — que era uma das mais altas da Ilha Vancouver, no Canadá — para que ela fosse condenada pelas autoridades e derrubada. Depois, os ladrões voltaram e levaram a madeira, avaliada em milhares de dólares!

7 – Um tanque de guerra
Será que o cara pensou que ninguém ia notar que ele estava roubando um tanque?

Você já ouviu falar do M60 Patton? Ele foi projetado pelas forças armadas norte-americanas em resposta aos tanques T-54 e T-55 soviéticos, vinha equipado com um canhão de 105 mm e ficou em serviço para o Exército dos EUA de 1961 até 1997. Pois em 1995, um cara resolveu ir até uma base militar e roubar uma dessas belezinhas. O sujeito passou por cima de tudo o que encontrou pelo caminho e conseguiu fugir das autoridades por mais de 20 minutos até ser abatido com um tiro.

8 – Uma igreja
Imagem meramente ilustrativa, porque, né... a igreja desapareceu

Existem ladrões que não temem cair vítimas da ira divina! Em 2008, uma igreja ortodoxa inteira foi roubada na Rússia — aparentemente por moradores de um vilarejo que venderam todos os tijolos e materiais usados na construção. O templo ficava situado próximo a Komarovo e havia sido erguido em 1809. A história só se tornou pública depois que um padre apareceu para celebrar uma missa e se deparou com o terreno vazio!

9 – O Ronald McDonald
Ele e o banco

As estátuas do Ronald McDonald não passariam despercebidas por aí, certo? Mas, em abril deste ano, alguém roubou uma delas — incluindo o banco de madeira onde ela se encontrava apoiada — de uma lanchonete de New Jersey, nos EUA. Quem quer que tenha levado a peça deve ter contato com ajuda, uma vez que só o bonecão pesava quase 115 quilos.

10 – Um navio-petroleiro
Coisa pouca

Na verdade, não foi apenas um navio-petroleiro (carregadinho de petróleo), mas três ao longo de um período de um ano e meio. As embarcações em questão estavam sob os cuidados da Marinha Nigeriana e foram roubadas por piratas somalis. Aliás, existem suspeitas de que os militares nigerianos tenham tido alguma participação no caso.

Bônus
Um caça da Segunda Guerra Mundial
O sujeito foi espertão

Na década de 90, um reservista da Força Aérea Israelense chamado Ishmael Yitzhaki chegou ao pessoal de um museu em Israel e disse que o P-51 Mustang da Segunda Guerra Mundial que eles tinham em exposição estava precisando de uma camadinha de tinta. Como se tratava de um respeitado major e tal, a direção permitiu que o cara levasse o caça. Então, Ishmael pegou o avião e voou com ele até a Suécia, onde o vendeu por mais de US$ 300 mil (cerca de R$ 980 mil).

FONTE(S)
LIST25/E. WEAVER
SHANGHAI DAILY/YANG JIAN
METRO/JIMMY NSUBUGA
BBC
NATIONAL POST
IMAGEN(S)
LIST25
METRO
JALOPNIK
GULF INSIDER
NATIONAL POST
PIXABAY/LIUBC1027
WIKIMEDIA COMMONS/INFROGMATION
WIKIMEDIA COMMONS/DANIELCD
WIKIMEDIA COMMONS/DOMÍNIO PÚBLICO
MEU PAPEL DE PAREDE GRÁTIS3 criminosos mais procurados do mundo e por que queremos prendê-los.









Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...