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domingo, 9 de julho de 2017

5 PESSOAS QUE COLOCARAM A VIDA EM RISCO PARA VENCER APOSTAS ESTÚPIDAS

Quem nunca fez uma aposta absurda com algum amigo? Quando existe álcool envolvido, os desafios são ainda melhores, não é mesmo? Enquanto para alguns isso se transforma apenas em histórias para contar aos netos, para outras pessoas as apostas se tornam motivações para a vida.

Confira, neste artigo, 5 histórias inacreditáveis de pessoas que arriscaram a própria vida para cumprirem apostas extremamente bizarras.

1. O piloto bêbado

Em 30 de setembro de 1956, o piloto Thomas Fitzpatrick estava fazendo o que qualquer pessoa pode (e merece) fazer em uma madrugada de domingo: enchendo a cara. Ele estava com um superior, que disse ser impossível voar de Nova Jersey a Manhattan, onde eles estavam, em apenas 15 minutos.
Fitzpatrick estava bêbado e resolveu provar que era capaz de voar de Nova Jersey a Manhattan em 15 minutos

Fitzpatrick é quem tinha feito essa afirmação e, para não passar por mentiroso, resolveu provar que estava correto. Primeiro de tudo, dirigiu alcoolizado até o aeroporto da cidade vizinha a Nova York, para, na sequência, roubar um monomotor e voltar voando para o bar em que ele estava bebendo com seu chefe. Ele pousou na rua a tempo de tomar a saideira!

Mas a loucura não para por aí! A polícia multou o piloto em apenas US$ 100, e o dono do monomotor nem quis abrir um inquérito. Dois anos depois, Fitzpatrick estava se gabando no mesmo bar quando um cidadão novamente duvidou de sua palavra. O que qualquer pessoa em sã consciência faria? Bem, o piloto não estava em sã consciência, é claro, por isso repetiu sua façanha. Só que dessa vez ele foi condenado a seis meses de detenção.
O piloto bêbado ainda pousou o monomotor no meio da rua, passando entre os prédios durante a descida

2. No olho do furacão

Em 1943, o coronel Joe Duckworth sofria como instrutor de voo nos EUA. O coitado era constantemente menosprezado por pilotos britânicos – sendo que ele já havia sido piloto comercial anteriormente.

Cansado de zombarias, Duckworth resolveu provar que ele era “O” cara. E como ele fez isso? Simples: falou que passaria voando com um avião pelo meio do olho de um furacão. Afinal, por que não, não é mesmo? Na companhia de um tenente, Duckworth voou sem permissão no meio da tempestade e conseguiu cumprir sua aposta com maestria!

E tem mais! Depois que pousou, ele ainda pegou mais um passageiro e passou voando pelo meio do furacão pela segunda vez! Mesmo sofrendo com turbulência, ele conseguiu calar a boca de todo mundo que o provocava. Ele ganhou o respeito de todos com essa façanha.
Coronel Jor Duckworth provou que ele era o maioral

3. O mestre da zoeira do século 19

Theodore Hook era um fanfarrão que viveu em Londres no começo do século 19. Em 1810, ele apostou com um amigo que faria a casa de uma pobre senhorinha se tornar a mais popular da cidade. Como? Ele não contou, apenas fez!

Durante a semana seguinte, ele enviou milhares de cartas a diversos profissionais se passando pela dona da residência. Ele solicitava o serviço das pessoas em uma data e hora específica. No dia que a brincadeira seria colocada à prova, Hook ficou à espreita esperando a zoeira começar.
Theodore Hook: o rei da zoeira do século 19

A senhora Tottenham, que nunca tinha feito mal a ninguém, de repente se viu no meio de um inferno sem fim! Sua casa foi tomada por diversos profissionais: de limpadores de chaminé a joalheiros, de barbeiros a açougueiros, de entregadores de piano a alfaiates, enfim, uma infinidade de profissionais apareceu em resposta às cartas de Hook. Até mesmo uma funerária tentou negociar um caixão com a coitada da mulher.
Ilustração do pandemônio que ficou conhecido como o Hoax da Rua Berners

4. Perder para ganhar

Você já sonhou em atravessar um país inteiro dirigindo? Hoje em dia, isso não parece tanta loucura assim, mas no começo do século passado era algo praticamente inimaginável – mesmo em países mais desenvolvidos, como nos EUA. Por lá, naquela época, não existiam muitas estradas asfaltadas, e até mesmo os carros ainda nem eram tão populares.

Mas isso não foi empecilho para Horatio Nelson Jackson. Disposto a ganhar US$ 50 em uma aposta de bar, ele precisava atravessar todo o país em menos de 90 dias. Conseguiu, é claro, mas gastou mais de US$ 8 mil na empreitada. Ele levou pouco mais de dois meses e teve a ajuda de um copiloto. Além disso, ele adotou um cachorro no meio do caminho que seguiu junto na viagem.

Um dos maiores contratempos do bando era a falta de informações. Teve uma mulher, por exemplo, que indicou um caminho completamente errado só para que parentes dela pudessem ver um carro na vida! O desvio foi de mais de 150 km! É mole?
Falta de asfalto dificultava as viagens longas de carro no começo do século passado

5. A primeira mulher a dar a volta ao mundo em uma bicicleta

Em 1894, dois bêbados estavam conversando em um bar e duvidaram que qualquer mulher fosse capaz de dar a volta no planeta em uma bicicleta. Annie Kopchovsky “comprou” a aposta e pretendia mostrar que as mulheres podem, sim, se virar muito bem sozinhas!

Só que, é claro, a viagem foi organizada por homens e com termos pra lá de surreais: Annie não poderia aceitar nenhuma caridade, teria que coletar assinatura de cônsules norte-americanos em várias cidades ao redor do globo, precisaria começar a viagem sem grana alguma e, mesmo assim, terminar em menos de 15 meses e com US$ 5 mil dólares!
Annie Londonderry não sabia pedalar quando aceitou a aposta

Annie aceitou tudo isso e arrasou! Servindo como “garota propaganda”, ela transportava placas em sua bike da companhia de água Londonderry Lithia Spring. Tanto que ela mudou seu nome na viagem para Annie Londonderry. Ela partiu de Chicago até Nova York, pegou um navio até a França, pedalou até o sul do país, pegou outro navio até o Egito, pedalou até Jerusalém e toda a Arábia Saudita, pegou outro navio até o Sri Lanka e pedalou pela China, e pegou outro navio para voltar aos EUA.

Ela completou o percurso em exatamente 15 meses, sendo a primeira mulher na história a dar a volta ao mundo em uma bicicleta. Detalhe: quando aceitou a aposta, ela sequer sabia pedalar! Muitos a criticam pelo excesso de viagens marítimas, mas isso não tirou a glória de Annie, que, durante o trajeto, foi assaltada apenas uma vez, na França, e presa por alguns dias na China. Um tapa na cara do machismo, não acham?
Mapa com a rota percorrida por Annie

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