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domingo, 17 de setembro de 2017

DE ONDE VEIO A IDEIA DE PÔR O NOME DA CUECA DE SAMBA-CANÇÃO?

O estilo musical e a peça íntima saíram de moda na mesma época.

O samba-canção surgiu no fim da década de 1920 no Rio de Janeiro e, com a ascensão da Bossa Nova, perdeu espaço nos anos 1950.

Foi quando as cuecas longas e largas que chegavam aos joelhos estavam sendo substituídas por outras mais curtas, que facilitavam o uso das calças jeans.

Por isso, as cuecas compridas foram apelidadas como coisa antiquada, estilo samba-canção.

Fonte: Ari Riboldi, especialista em expressões linguísticas.

AUTOR: SUPERINTERESSANTE

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

POR QUE OS NAMOROS TERMINAM?

(Doug Liman/Reprodução)

Saber o momento de colocar o famoso ‘ponto final’ costuma ser complicado. Há muita coisa envolvida na escolha, e a carência pode piorar tudo. Colocar na balança os prós e contras, que lhe fazem ter vontade de ficar com a pessoa ou partir para outra, passa a ser o principal desafio. Mas que fatores são realmente definitivos para a escolha? O que vale a pena relevar pela saúde do casal e o que incomoda o suficiente para causar o término?

Embora o amor não seja uma ciência exata, pesquisadores resolveram palpitar no assunto. Cientistas da Universidade de Utah, nos EUA e de Toronto, no Canadá, conseguiram encontrar certo padrão nessas motivações. “Até hoje, a maioria das pesquisas sobre términos focava mais em prever quando um casal ficaria junto ou não, mas não sabíamos muito sobre esse processo de escolha – e quais os fatores que mais pesavam” explica Samantha Joel, que liderou os experimentos, em comunicado.

Seu estudo, publicado no jornal Social Psychological and Personality Science, envolveu 477 voluntários. No grupo, havia pessoas solteiras, casadas e em um relacionamento sério. Alguns deles, inclusive, estavam vivendo nessa incerteza, sem saber se deviam dar mais uma chance às suas metades.

Em um primeiro momento, eles tiveram de responder de forma anônima a uma série de questões abertas sobre seus relacionamentos, atuais e passados. Na lista, havia dúvidas como “Quais são os principais motivos que alguém deve considerar na decisão de ficar/deixar alguém?”. A partir das respostas das cobaias, os cientistas chegaram à lista de ouro: os 27 motivos para permanecer com alguém e 23 para deixar de lado a ideia.
As razões para terminar um relacionamento foram, em geral, mais ou menos as mesmas. Namoros e casamentos tinham mais chance de terminar quando existia alguma forma de distância emocional – uma pessoa sentir que o parceiro não estava mais tão empolgado com a união. Quebras de expectativas (mentiras, traições e etc), desgaste da relação e aspectos incômodos da personalidade da outra pessoa também apareceram na lista.

Do outro lado da via, casados e namorados apontaram motivações diferentes para manter seus relacionamentos. Para quem estava junto de papel passado, as obrigações do matrimônio acabam pesando mais. O tempo gasto na relação, as responsabilidades familiares e a logística (distância, moradia) foram alguns dos critérios. Os solteiros, porém, se guiavam mais pela emoção, como ter uma boa conexão e a sensação de segurança perto da pessoa amada.

Esses motivos, depois, foram convertidos em um questionário, e entregue a novas cobaias que estavam em crise em seus relacionamentos. Todos eles residiam nos EUA, e estavam junto de seus parceiros por pelo menos 2 anos – prazo que era de 9 anos, em média, para os casados. Suas respostas mostraram o que todo mundo está careca de saber: terminar um relacionamento ou continuar cheio de dúvidas é difícil demais. Isso apareceu nas respostas dos participantes, que consideraram igualmente tanto os aspectos que apontavam para o término quanto aqueles que indicavam que tentar de novo era a solução.

“De uma perspectiva evolutiva, os primeiros humanos achavam que arrumar um parceiro era mais importante que encontrar uma alma gêmea. Por causa disso, pode ser mais fácil começar relacionamentos do que sair deles”, completa Joel. Então, da próxima vez que se sentir trouxa por conta de seu namoro, já sabe. Essa necessidade em ter um cobertor de orelha não é exatamente culpa sua – mas o problema, esse sim, só você pode resolver.

AUTOR: SUPER INTERESSANTE

terça-feira, 5 de setembro de 2017

CONHEÇA OS 20 NOMES MAIS BIZARROS DE CIDADES BRASILEIRAS

1. Entrepelado, RS
Em tempo: como apontam nossos leitores, Entrepelado, na realidade, é um distrito da cidade gaúcha de Taquara. Só que o nome era tão legal que decidi mantê-lo mesmo assim! 

2. Passa e Fica, RN
3. Rolândia, PR
4. Sombrio, SC
5. Salto do Lontra, PR
6. Pintópolis, MG
7. Combinado, TO
8. Anta Gorda, RS
9. Jijoca de Jericoacoara, CE
10. Dois Vizinhos, PR
11. Sério, RS
12. Carrasco Bonito, TO
13. Paudalho, PE
14. Curralinhos, PA
15. Ressaquinha, MG
16. Não-me-toque, RS
17. Virginópolis, MG
18. Nova Iorque, MA
19. Barro Duro, PI
20. Ponta Grossa, PR
Você mora em alguma cidade com nome bizarro? Compartilhe conosco!

AUTOR: MEGA CURIOSO

domingo, 6 de agosto de 2017

PELA EXPRESSÃO DO SEU ROSTO, PODEMOS DIZER SE VOCÊ É RICO OU POBRE, DESCUBRA AQUI

Vocês acreditam que é possível saber se uma pessoa é rica ou pobre analisando apenas as suas expressões faciais? 

De acordo com uma nova pesquisa isso é possível, e a equipe que realizou o estudo afirma que isso poderia até explicar como os preconceitos ajudam a manter os ciclos de pobreza.

É fácil saber se uma pessoa é rica ou não, basta ver quais roupas ela veste ou que carro anda, e até mesmo os lugares que frequenta pode dizer muito sobre a situação financeira de uma pessoa. 

Alguns psicólogos da Universidade de Toronto descobriram que as pessoas são moderadamente precisas em saber se uma pessoa é mais rica ou mais pobre do que a média apenas analisando uma imagem do seu rosto inexpressivo. Analise a imagem abaixo e tire suas conclusões.

“Isso indica que algo tão sutil quanto os sinais em sua face sobre sua classe social podem perpetuá-la”, afirma Thora Bjornsdottir, uma das autoras do estudo. “Essas primeiras impressões podem se tornar uma espécie de profecia auto-realizável. Elas irão influenciar suas interações e as oportunidades que você tem”, afirma.

No estudo, foi pedido que alguns participantes olhassem uma série de fotos que mostravam os rostos neutros das pessoas e tomassem uma decisão rápida e instintiva se a pessoa ganha mais ou menos do que uma renda familiar média.

Mais de 53% das vezes as pessoas foram precisas, um nível que excede a chance aleatória. O curioso é que fatores como raça e gênero não afetaram os resultados, segundo os pesquisadores. Os quatro rostos dos grupos A e C eram os mais ricos, e os B e D os mais pobres, você teve essa percepção? 

Bjornsdottir diz que “as pessoas não estão realmente conscientes de quais indícios estão usando quando fazem esses julgamentos. 

Se você perguntar por que, elas não sabem. Elas não estão conscientes de como estão fazendo isso.”

Dinheiro traz felicidade?
O estudo sugere que a percepção da classe social de uma pessoa é mais previsível quando um rosto permanece neutro e inexpressivo. No momento em que eles exibiam uma expressão, como sorrir ou fazer cara de raiva, as “apostas” foram erradas. 

Os pesquisadores argumentaram que essa habilidade é possível devido a hábitos gerais de expressão que se integram em nossa expressão neutra. Quando uma pessoa te uma vida confortável, satisfatória e sem muitas preocupações, a teoria diz que isso fica gravado no rosto da pessoa.

O que estamos vendo é que estudantes com apenas 18 a 22 anos já acumularam experiência de vida suficiente que mudou visivelmente e moldou seus rostos até o ponto em que você pode dizer qual é a sua classe socioeconômica ou social”, acrescenta Nicholas Rule, um professor que também participou do estudo.

Mas e você, acha que realmente podemos ver se uma pessoa é rica ou pobre apenas analisando sua expressão facial? Comente!

AUTOR: IFL Science
IMAGENS: Guia Invest

terça-feira, 1 de agosto de 2017

CONHEÇA 7 SOGRAS QUE FARÃO A SUA PARECER UMA SANTA


Se a mãe de sua mulher se mete em sua vida, é muito chata e adora te irritar, é bem provável que você faça parte daquela parcela de pessoas que odeia as sogras. Muita gente diz que não tem problema com as suas e adora o carinho que recebe, mas ainda assim, a crença de que elas são verdadeiras pedras no sapato ainda persistem.

Dizem que algumas tribos aborígenes são tão duras quanto às sogras que ninguém pode olhar diretamente no olhos delas, ou nem mesmo direcionar a palavra a elas. É uma tradição que segue deste o início desses grupo e evita conflitos e tensões familiares entre eles.

A tradição ainda não ganhou o mundo, o que faz com que muita gente ainda odeie a própria sogra. Apesar disso, nenhuma que você conhece é tão terrível quanto as piores da história.

1 – Bona Sforza
Bona Sforza nasceu em 1494, filha de uma família poderosa de Milão, na Itália. Na juventude, se casou com o rei Sigismundo I da Polônia e começou a se envolver em questões políticas e financeiras do reinou, por demonstrar bastante inteligência. 

Depois que seu filho Sigismundo II se casou com Isabel, da família real da Áustria, Bona se revoltou. Apesar disso, o casamento ocorreu normalmente, mas terminou com a morte de Elizabeth, dois anos depois. Viúvo, Sigismundo se casou com uma antiga amante, Barbara Radziwill. 

Cinco meses depois do casório, a mulher também morreu, o que fez que muita gente acreditasse que Bona usava um tipo de veneno para se livrar de suas noras indesejadas.

2 – Sara Delano Roosevelt
A mãe do 32° presidente dos Estados Unidos, Franklin Roosevelt, não gostava dos planos do filho de se se casar com uma prima distante chamada Anna Eleanor. 

Apesar disso, nenhuma de suas tentativas de fazê-lo mudar de ideia teve sucesso, e Franklin acabou se casando com Eleanor, em 17 de março de 1905. Para agradar os recém-casados, Sara mandou construir uma casa para eles. 

O que o casal não sabia antes de aceitar o presente, é que a construção havia sido projetada e decorada por Sara e tinha cômodos interligados à própria casa da mulher.

3 – Sofia da Baviera
Sofia da Baviera convenceu o próprio marido a renunciar de seu trono para que o filho Francisco José, assumisse o governo da Áustria no lugar de seu pai. 

Depois de colocar o filho no trono, Sofia escolheu a filha de uma de suas irmãs, Isabel da Baviera, de apenas 16 anos. Em abril de 1854 os dois se casaram e apenas dez meses depois, Isabel teve seu primeiro filho. Sofia, no entanto, tomou controle do bebe e não deixava que a jovem tivesse contato com a criança. 

A história se repetiu com as próximas três crianças que Isabel teve, o que gerou uma relação conturbada entre as duas. Vários historiadores acreditam que a relação foi responsável por problemas de saúde de Isabel, como depressão, anorexia e bulimia.

4 – Madge Gates Wallace
Para a mãe de Bess Wallace, mulher de Harry Truman, a filha poderia arrumar um marido muito melhor. Para a sorte da mulher, ela pôde ficar de olho no casal desde cedo, já que elas moravam com ela no início do relacionamento. 

Madge Gates Wallace era crítica ferrenha das decisões políticas do genro e mesmo depois de se tornar o 33° presidente dos Estados Unidos, ela não deixou de duvidar de sua capacidade. 

Antes dele assumir, a mulher questionava se ele seria realmente capaz de conduzir o cargo, enquanto durante o governo, ela morava na residência presidencial e não hesitava antes de apontar as falhas de governo.

5 – Maria Feodorovna
Novembro de 1894 foi um mês realmente difícil para Maria Feodorovna, uma princesa dinamarquesa que passou 13 anos de sua vida como imperatriz da Rússia. 

Seu marido Alexander III morreu e, apenas três semanas depois, o filho mais velho decidiu se casar com uma pretendente que ela não aprovava. Mesmo após o casamento de Nicholas II com Alix de Hesse, Maria manteve sua postura fria e dura contra a união. 

A sogra se recusou a entregar as joias da cora para os recém casados e Alix nunca conseguiu conquistar o apoio do povo russo, que sempre a comparava com Maria Feodorovna.

6 – Catarina de Médici
Catarina de Médici se casou com o rei Henrique II da França e se tornou uma força política reconhecida durante os reinados de seus três filhos. Na intenção de consolidar o poder da família, ela forçou a filha Margarida a se casar com Henrique de Bourbon, ainda que odiasse a fé protestante e a mãe do rapaz, Jeanne. 

A mulher acabou morrendo pouco tempo depois de chegar à corte com seu filho, fazendo com que surgissem acusações de que Catarina a teria envenenado. Depois do casamento, em 1572, católicos revoltados se reuniram para matar protestantes que estavam na região para as celebrações. Segundo historiadores, Catarina autorizou – ou ao menos conhecia – a revolta, que quase acabou com a vida de seu novo genro. 

A relação da mulher com a nora Mary Stuart também era bem complicada. Quando o marido da jovem morreu, Catarina ordenou que Mary devolvesse as joias da coroa e voltasse para a Escócia.

7 – Letícia Ramolino Bonaparte
Letícia Ramolino Bonaparte, mãe de Napoleão Bonaparte, não era uma mulher que gostava de participar muito na vida política de seus filhos, mas ela não perdia uma oportunidade de demonstrar muito interesse nos assuntos amorosos. 

Desde o início, ela nunca gostou da esposa de Napoleão, Josefina, acreditando que a mulher era muito velha para ter filhos e dizendo ao filho que ela era alguém de moral duvidosa e caráter ferido. Ao menos em um dos aspectos, Letícia estava certa, já que Josefina não foi capaz de gerar um herdeiro para Napoleão e os dois acabaram se divorciando. 

Infelizmente, a relação entre Letícia e a segunda mulher do conquistador, Maria Luísa da Áustria, também não foi das mais cordiais.

Será que a sua sogra se compara a alguma dessas? Qual foi a mais cruel de todas? Conte para a gente e compartilhe a lista com seus amigos e contatos!

AUTOR (ES): History, AllDay
IMAGENS: imgur, Daily Pakistan, Ancient Origins, Mental Floss, Carl Anthony, Wikimedia, Hacemos Historia

sábado, 29 de julho de 2017

RIA MUITO COM O FILME: O SHAOLIN DO SERTÃO

Não recomendado para menores de 12 anos

SINOPSE:
Durante a década de 80, lutadores de vale-tudo passam por dificuldades devido à falta de lutas profissionais. 

A fim de manter a paixão pela luta, eles desafiam os valentões no interior do Ceará que aceitam participar da competição criada. 

É assim que Aluiso Li (Edmilson Filho) vê a sua chance de ouro para realizar o sonho de se tornar um verdadeiro mestre das lutas como os heróis de seus filmes favoritos.

ASSISTA:

FONTE: YOUTUBE

AUTOR: GRACEJANDO

segunda-feira, 17 de julho de 2017

11 MENTIRAS QUE VOCÊ APRENDEU SOBRE O SEU CORPO

Conforme crescemos, uma série de recomendações nos são passadas, não andar descalço, não dormir com os cabelos molhados, não entrar na piscina depois da refeição etc etc. Mas até que ponto esse tipo de informação realmente é verídico? 

Que tipos de malefícios essas ações podem nos causar? 

Infelizmente muitas coisas que nós acreditamos desde pequenos não passam de grandes mentiras, e o mundo precisa saber disso. Sabe aquelas lendas de que comer manga com leite mata? Pois é, existem milhares de mitos assim sobre o nosso corpo.

Pensando em deixar os nossos leitores cada vez mais inteligentes e informados, resolvi trazer algumas coisas que não passam de mitos, mas que as vezes você, sua mãe ou sua avó acreditam até hoje. 

Então, confiram agora a matéria com as 11 mentiras que você aprendeu sobre seu corpo:

1 – Uso do nosso cérebro
Mito: Nós usamos apenas 10% do nosso cérebro.

Fato: A maior parte do córtex cerebral funciona em plena capacidade, mesmo quando estamos dormindo.

2 – Crescimento do nosso cérebro
Mito: As células do cérebro param de crescer quando atingimos a idade adulta.

Fato: Os neurônios florescem e mudam durante toda a sua vida.

3 – Ler no escuro
Mito: Sua visão se deteriora se você ler ou ficar olhando para um monitor no escuro .

Fato: Desta maneira, seus olhos se cansam rapidamente, mas não são danificados.

4 – Pontas duplas
Mito: As pontas duplas do cabelo podem ser exterminadas com uso do shampoo ou condicionador de cabelo.

Fato: Você só pode se livrar das pontas duplas cortando-as.

5 – Sentidos do humanos
Mito: Os seres humanos só têm 5 sentidos: visão, audição, olfato, tato e paladar.

Fato: Temos pelo menos 21 sentidos. Alguns exemplos são a sensação de equilíbrio e temperatura.

6 – Pegar resfriados
Mito: É mais fácil pegar um resfriado quando está realmente frio.

Verdade: Os resfriados são causados por vírus, não pela temperatura do ar.

7 – Batimentos cardíacos
Mito: Nosso coração salta uma batida quando espirramos.

Fato: O ritmo do coração às vezes muda quando espirramos, mas nunca para.

8 – Efeito do álcool
Mito: As bebidas alcoólicas fazem nossa temperatura corporal aumentar.

Fato: O álcool dilata seus vasos sanguíneos superficiais, fazendo você se sentir mais quente.

9 – Queimaduras
Mito: Queimaduras curam mais rápido se você aplicar pomadas.

Fato: Você deve aplicar algo apenas água fria. A pomada faz uma “capa” na sua pele que retém o calor dentro.

10 – Benefícios da cenoura
Mito: As cenouras melhoram a nossa visão.

Fato: As cenouras ajudam a prevenir a degeneração muscular, mas não melhoram a nossa visão.

11 – Cor dos dentes
Mito: Os dentes saudáveis devem ser perfeitamente brancos.

Fato: A cor natural de um dente é levemente amarelada.

AUTOR: Brightside

IMAGENS: Os Profanos, Super Inteligente, Jornal Gospel News, Cometics Wistt, smartkidstv, Que Conceito, Fotos Tatuagens, Produtos Finos, Remédio-caseiro, DNA Natural, Orofacial

domingo, 16 de julho de 2017

7 MEIOS EFICIENTES PARA ACABAR COM A RAIVA

Tem sempre uma frase pronta que a gente ouve com certa frequência, não dá muita importância, mas que, no fundo, tem lá a sua verdade. Sempre fui esquentadinha e, quando alguma coisa não saía da maneira como eu queria, eu esperneava e me jogava na cama da minha mãe, como se aquilo fosse resolver alguma coisa. E aí alguém me disse uma vez que a raiva é um veneno que a gente mesmo toma esperando que faça mal para outra pessoa.

Não foi uma frase daquelas que parecem abrir um portal para o céu em conexão direta com criaturas celestiais, mas me fez pensar muito sobre raiva, ódio e tantos sentimentos ruins que, de vez em quando, tomam conta de nossas entranhas e nos fazem mal. Ainda hoje, quando sinto raiva, sinto também uma espécie impotência, afinal geralmente me enraivece aquilo que não posso resolver. 

O Huffington Post publicou uma série de atitudes que podem nos ajudar a acabar com a raiva rapidinho – vou tentar todas elas. Tente você também:

1 – Praticar atividades físicas

Não me interpretem errado, mas, às vezes, depois de uma crise de raiva e ódio e depois de socar pobres travesseiros inocentes e nocautear cobertores dobrados, sentimos alívio. Isso acontece porque, assim como qualquer outro sentimento, a raiva e o ódio se manifestam através do nosso corpo por meio de energia, de descargas elétricas.

Quando estamos furiosos, nossos músculos ficam mais tensos e nossa mente só pensa em brigar, em gritar, em nocautear a primeira pessoa que passar pela frente e por aí vai. Evitar discutir e tomar decisões importantes durante momentos de raiva é crucial, e uma das formas de voltar ao seu estado normal é se mexer um pouco.

Se a questão é algum problema com a academia em si – completamente compreensível, não se culpe –, busque outras maneiras de se movimentar: caminhe, compre uma bike, limpe sua casa, faça aulas de dança. Exercitar-se é importante porque, dessa forma, seu corpo libera hormônios capazes de deixar você feliz da vida, o que acaba com aquela raiva toda rapidinho.
Movimente-se!

2 – Transforme raiva em motivação

Até o padre Fábio de Melo, que entende profundamente das questões humanas além ainda da religiosidade, sente raiva de vez em quando, então você, mero mortal, tem todo o direito de sentir também. A questão não é sentir, mas sim o que você faz com essa raiva toda. Eu, quando era criança, me jogava na cama e ficava esfregando a cabeça contra o colchão, como se isso fosse capaz de, de repente, trazer a Xuxa para minha casa em sua saudosa nave. Na verdade, depois de tanto chororô, eu cansava, levantava e ia fazer alguma coisa.

Em perspectivas mais adultas e realistas, devemos pensar no ódio como um potencial fator de mudança. O ódio não nos deixa acomodados, e detestar do fundo da sua alma alguma coisa em sua vida faz com que você acabe resolvendo o problema, mais cedo ou mais tarde. Se você odeia o curso que faz na faculdade ou o seu emprego, por exemplo, use esse ódio para pensar em como mudar a situação. Ódio incomoda, e às vezes é de incômodo que a gente precisa para sair da mesmice.
Você consegue!

3 – Assista a alguma coisa divertida

Hoje estou realmente usando minha vida como experiência, e essa é uma das coisas que mais amo no meu trabalho, inclusive. No meu caso, rir é fundamental, e eu tenho a sorte de ter alguns amigos que me fazem rir e com quem posso conversar sobre qualquer besteira. Às vezes é disso que a gente precisa mesmo: falar mais bobagens, fazer uma maratona de Friends, ler uma série de crônicas do Mario Prata. Vale tudo.

Rir relaxa o corpo e, ainda por cima, é algo que melhora nosso sistema imunológico e libera endorfina, que é uma substância maravilhosa que nos dá a sensação de bem-estar. Se a sua praia é mais musical, aposte em estilos mais animadinhos. Pode ser Diogo Nogueira, Anitta, Avicii, Xuxa (sim, segunda citação da Rainha dos Baixinhos no mesmo texto, mas Xuxa é muito bom), Naldo... Pode ser o que você quiser.
É aquela coisa: rir é o melhor remédio.

4 – Redirecione seu foco

Você faz um trabalho, qualquer que seja ele, e dez pessoas vão elogiar o resultado, vão dizer que foi bem executado, que você merece um Oscar, um Grammy e um Nobel, mas, de repente, uma pessoa surge e fala que achou seu trabalho ruim.

À noite, quando sua cabeça deita no travesseiro, você vai pensar no quê: nos elogios de várias pessoas ou na crítica de apenas uma delas? Na crítica, se você for como a maioria dos humanos. Aí o jeito é fazer um exercício mental inicialmente complicado, mas promissor em longo prazo: mudar o foco e, basicamente, parar de ver aquilo que está irritando você. Em vez disso, enxergue as coisas boas na sua vida – pelo menos uma tem que ter.

Faça uma lista das coisas de mais legais que já aconteceram com você e escreva todas as suas conquistas, as grandes, as médias e as pequenas, por exemplo quando você quebrou um ovo sem furar a gema e enchê-la de micropedacinhos de casca. Focar em conquistas e em eventos positivos vai fazer com que sua raiva vá embora fácil, fácil.
Veja as coisas de outra maneira.

5 – Medite

Eu tenho raiva quando me mandam meditar, e o pior de tudo é que não apenas as pessoas me falam para meditar como eu sou uma pessoa que escreve a respeito dos benefícios da meditação com frequência. Acontece que, de tanto ler, escrever e ouvir sobre o assunto, acabei dando uma chance à dita cuja, e olha... funciona.

A base prática da meditação é basicamente fechar os olhos, sentar-se confortavelmente em um ambiente tranquilo e prestar atenção apenas no ar que entra e sai dos pulmões. Dessa forma, os pensamentos se acalmam e, claro, a raiva e a vontade de explodir o mundo vão deixando o corpo ao qual não pertencem. Meditar é quase como resetar a mente. Vale a pena de vez em quando.
É possível!

6 – Faça alguma coisa produtiva

Aqui o negócio funciona de maneira parecida com os exercícios. É uma questão de canalizar energias em algo positivo. Pode ser arrumar seu armário de livros, fazer algum trabalho de jardinagem, limpar a caixa de maquiagens, arrumar os armários da cozinha...

Lembre-se sempre de que raiva é um tipo de energia, então é só você aplicar essa energia em algo que traga algo positivo, e não em uma discussão ou em uma briga mais séria.
Quem nunca?

7 – Coloque no papel

Essa eu sei que funciona – cof, cof. A verdade é que escrever é um exercício realmente terapêutico que nos ajuda a colocar para fora sentimentos e pensamentos que, às vezes, nem sabíamos que estavam dentro de nós.

Tenha um caderninho e escreva tudo o que vier à mente. Não precisa se preocupar, você não vai mostrar isso para ninguém, não vai publicar no Facebook nem no Twitter – a não ser que queira, mas estamos falando de coisas mais profundas mesmo, que não divulgamos assim tão facilmente.

Fazer isso vai ajudar você a limpar sua mente e acalmar os ânimos sem precisar descontar sua raivinha em alguém. Depois de escrever tudo no papelzinho, arranque a folha do caderninho e coloque fogo nela – com segurança, por favor – ou a rasgue em pedacinhos minúsculos. Essa é uma forma simbólica de picotear a raiva.
Escrever é terapêutico!

Você tem uma técnica infalível que acalma seus ânimos rapidamente? Compartilhe seus segredos com a gente ali no espaço dos comentários!

AUTOR (ES):
HUFFINGTON POST/ADAM GILAD
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